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Como é um site que vende bem?

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Como é um site que prejudica as vendas?

Você é fotógrafo? Precisa mesmo estar na internet?

Se você quer vender seu trabalho, a resposta é sim. Olhe para si mesmo. Se vai comprar alguma coisa atualmente, o mais provável é que comece pesquisando na internet. Não quer dizer que necessariamente fará a compra através da internet, embora isso também aconteça, mas certamente começará fazendo uma pesquisa na internet.

O mesmo acontece com seus clientes. Mesmo que fechem negócio com você presencialmente, sempre vão querer ver seu trabalho primeiro na internet. Isso poupa tempo.

Por que alguém iria te encontrar pessoalmente se pode, primeiro, saber se vale a pena ou não te encontrar? Mas, claro que estar na internet não significa necessariamente ter um site.

Você precisa mesmo criar um site?

Antes de gastar seu tempo pensando em como criar um site, pense bem: até que ponto isso é necessário? Em princípio, você poderia mostrar suas fotos apenas no Facebook. Ou usar um dos muitos serviços de armazenamento de fotos, tais como Picasa e Flickr. Por que se dar ao trabalho de criar um site?

Pensando bem o site não é assim tão essencial se você só quiser mostrar suas fotos. Qualquer dessas ferramentas vai resolver seu problema. Então, se esse for seu objetivo, não precisa continuar lendo. Pare por aqui e comece a postar suas fotos agora mesmo em algum desses lugares. Problema resolvido. A menos que você não queira só isso. Mas, o que mais você poderia querer?

Barraquinha da feira ou loja de shopping?

Tem barraquinha na feira que vende roupa. Tem loja no shopping que vende a mesma roupa. Ambas oferecem o mesmo produto. Mas, como você acha que o cliente enxerga cada uma delas?

A barraquinha da feira é só uma barraquinha. Qual o nome dela? Como é o letreiro? E a vitrine? Como é a ambientação? Provavelmente não há resposta para nenhuma dessas perguntas e outras tantas.

A loja do shopping é diferente. Tem nome, marca, letreiro, vitrine, ambientação, iluminação, prateleiras, provador e outras tantas coisas. Você acha que o cliente percebe a diferença entre ela e a barraquinha da feira? Pode apostar que sim.

Mesmo que ambas ofereçam exatamente o mesmo produto, o cliente dará mais valor à roupa da loja do shopping, enquato achará que a da feira é só uma roupa mais ou menos. Por quê? Porque a loja do shopping projeta uma imagem melhor.

Através de detalhes como marca, vitrine, letreiro, embalagem, arquitetura da loja, arrumação das roupas e outros tantos, a loja do shopping passa uma imagem de profissionalismo. Ela informa a quem passa: nós somos profissionais, fazemos direito o nosso trabalho e nossa roupa é melhor que a da feirinha.

Se você vai vender roupa, você tem que decidir. Quer ser a barraquinha da feira ou a loja do shopping? Que imagem quer transmitir? A de quem decidiu cuidar de todos os detalhes do negócio ou a de quem fez apenas o básico, montou uma bancada, colocou as roupas encima e pronto?

Na internet, essa é a diferença entre ter seu próprio site, sua loja no shopping, por assim dizer, ou apenas uma barraquinha na feira. Você pode montar uma bancada em minutos com o Facebook, o Flickr ou o Picasa. Mas, se isso é tudo que você tem pra mostrar, não se engane, seus clientes saberão que você é só uma barraquinha na feira. Não espere ser encarado como a loja do shopping. Tampouco espere cobrar o mesmo que ela.

A opção pela barraquinha da feira te adente? Não. Então pense na próxima pergunta.

Como fazer um site?

Muito bem, você tem ambição nessa vida. Não aceita ser uma simples barraquinha na internet. Então começa a se perguntar: o que uma empresa bem sucedida faria? O que uma grande empresa faz para ter um site?

Peraí, pensemos no seu próprio caso. Imagine que você faça fotos de casamento. Uma pessoa vai se casar e pensa: já que todo mundo agora tem um smartphone, vou pedir a todos os convidados para tirar fotos do casamento. Depois a gente junta tudo e monta um álbum. Brilhante ideia, não é?

Você e eu sabemos que não. Um casal de noivos que leva o casamento a sério sempre vai contratar um fotógrafo profissional. Porque ele realmente sabe fazer o trabalho. Não se trata apenas de ter uma câmera fotográfica. É muito mais que isso.

As melhores empresas, aquelas bem sucedidas, com muito dinheiro no banco, contratam equipes competentes. Elas buscam pessoas ou empresas que sabem fazer sites muito bem e contratam. Você poderia fazer o mesmo, não é?

Sim, se você tivesse tanto dinheiro quanto a empresa grande. Porque tipicamente, criar um site profissional, realmente bom, custa uma pequena fortuna. Demanda o envolvimento de pessoas extremente qualificadas, que cobram muito bem por esse trabalho. Assim como fazer fotos de um casamento é igualmente trabalhoso e por isso também custa um valor razoável.

Mas, você se pergunta, precisa ser tão bom assim para criar um site? Você diz: meu sobrinho tem um site, que ele mesmo fez, e não é nenhum gênio. Da mesma forma os noivos se perguntam: não basta os convidados tirarem as fotos e me enviar?

Você está certo. Não é preciso ser gênio, nem ter passado anos em uma universidade para fazer um site, especialmente se for o site da barraquinha da feira.

Qualquer pessoa, buscando um pouquinho no Google, consegue programar um site básico em um dia. O problema é que, digamos, todo mundo vai saber que é um site bem básico, não é? Assim como todos saberão que a foto do smartphone é uma foto de smartphone. Se você quiser ser visto como a loja do shopping, ao invés da barraquinha da feira, vai precisar se esforçar um pouco mais.

Basta contratar um designer?

Agora estamos começando a conversar. Um designer definitivamente seria melhor que simplesmente pedir a seu sobrinho para fazer o site. Mas, tem um probleminha.

De um modo geral, o que um designer faz? Coisas bonitas. Ele cuida de estética. E isso é incrivelmente importante. Porque você, eu e todas as demais pessoas desse planeta somos atraídos pela beleza. Então, acredite, o trabalho do designer é fundamental. Porém não basta.

Contratar um designer para fazer um site é mais ou menos o equivalente a contratar um decorador para fazer uma casa. Teoricamente, ela ficaria linda. Mas, ela sequer existiria?

O decorador faria o cálculo estrutural da casa? Cavaria os buracos onde seriam construídos os alicerces? Prepararia o concreto? Levantaria as paredes? Colocaria o acabamento? Cobriria a casa com telhado? Projetaria os sistemas hidráulicos e elétricos? Você sabe que a resposta é não. Porque o decorador é apenas parte da equação. Ele não consegue cuidar de todos os aspectos da construção de uma casa.

Pra fazer a casa, é necessário também a participação do engenheiro, do pedreiro, do mestre de obras, do eletricista, do pintor e por aí vai. É um trabalho de equipe. Com um site acontece exatamente a mesma coisa.

Não é razoável esperar que apenas um designer faça um site, assim como não é coerente que apenas um programador faça esse trabalho. O site do designer vai ser lindo, mas terá problemas de infraestrutura ruim, lentidão, usabilidade duvidosa, entre outros. Já o site feito apenas pelo programador vai ter tudo isso melhor resolvido, mas vai ser feio que dói.

Você se pergunta: será que o site fica assim tão comprometido se for feito apenas por um designer? Não precisa também ser o melhor site do mundo, né? Se você vai contratar alguém para fazer, você vai gastar algum dinheiro. E se isso é verdade, é melhor que você entenda bem o que deseja com o site.

Qual é o propósito do site?

O site é uma ferramenta de venda. Um bom site vai te ajudar a fechar mais negócios. Portanto, você cria um site porque quer colocar mais dinheiro no bolso. Ele é um investimento.

Todo investimento funciona igual. Você coloca algum dinheiro e espera que ele volte para você, com juros e correção monetária. Um bom investimento é aquele onde você bota um pouco de dinheiro e recebe muito mais de volta. Só que isso é raro.

A maior parte dos investimentos apenas empata seu dinheiro, se chegar a tanto. Muitos levam seu dinheiro e não trazem nenhum retorno, como uma ação da bolsa de valores, que você compra, mas logo perde o valor. É melhor você entender direito como um site pode te trazer mais negócios.

Suponha que você faça fotos de casamento. Agora imagine que um casal está procurando por fotos de casamento. O ideal é que esse casal procure por “fotos de casamento” no Google e encontre seu site facilmente. Em seguida, o casal clica no link do seu site e rapidamente é levado a ele (a parte do rapidamente é importante, fique atento).

O casal chega no seu site e vê uma aparência profissional, como a de uma loja de shopping. Rapidamente identifica onde clicar para conhecer as fotos. Se depara com uma lista de fotos de casamentos que você fotografou. Clica no álbum de um dos seus casamentos e rapidamente vê uma lista de fotos.

Uma das fotos chama a atenção. O casal clica nela e a foto rapidamente aparece em formato grande. Imediatamente fica claro onde clicar para ver a próxima foto. O casal clica na próxima, e na próxima, e na próxima, porque a navegação é intuitiva. E ali ele fica por algum tempo admirando seu trabalho.

A cada clique uma nova foto é carregada quase instantaneamente. O casal não perde tempo. Tudo é rápido. Seu site é claro, fácil de usar. A navegação é óbvia e as pessoas navegam facilmente por várias fotos até se dar conta de que já estão em seu site há algum tempo.

Mas, por que você quer que as pessoas passem um tempo em seu site? Porque quanto mais fotos elas vem, melhor elas te conhecem. E quanto melhor conhecem, mais confiança sentem e maiores as chances de entrarem em contato com você. E isso é justamente o que você queria desde o início.

Quando você tem um bom site de fotógrafia, ele funciona assim. É achado facilmente quando alguém busca o tipo de fotografia que você faz. O visitante chega no site e fica. Ele se sente à vontade, vai ficando e te conhecendo cada vez melhor. Quando se sente convencido, te envia uma mensagem de contato. E aí termina o ciclo. A partir daí, é com você, porque o site já cumpriu seu propósito.

Qual a gravidade de ter um site ruim?

Essa é uma excelente pergunta. Resposta rápida: a menos que você tenha ganhado na mega-sena e não precise de dinheiro, um site ruim é uma catástrofe. Possivelmente uma das coisas mais prejudiciais que poderiam existir para seu negócio. É tão sério assim? Sim, é muito pior do que você imagina.

Você tem filhos? Convive com adolecentes? Está habituado a interagir com um público mais jóvem? Já notou como essa turma anda apressadinha? Já percebeu que é todo mundo impaciente? O que você acha que acontece quando alguém encontra um site ruim pela frente? A pessoa quica e volta, como uma bola. O conceito de quicar é importante, então, fique atento a essa parte.

Você faz uma busca no Google e ele mostra dez resultados. Você clica no primeiro. O site demora para entrar, você não tem paciência e volta para o resultado da busca. Você clica o segundo link e vai parar em um site todo esquisito. Você tem mais o que fazer e volta para a busca. Clica no terceiro link. Começa uma barulheira e todo mundo no escritório se volta para você, que desesperadamente tenta fechar o famigerado site com música que acaba de denunciar: você parou o trabalho e está borboletando na internet. Que feio!

Passado o trauma, depois de xingar o dono do site com música e prometer nunca mais visitá-lo, você volta para o resultado da busca. Clica no quarto link e a coisa começa a ficar promissora. Site bonito, parece uma obra de arte. Você se encanta, mas logo começa a sentir uma angústia. Onde clicar? Como faz para ver as fotos? Cadê o menu? Você coça a cabeça, arranca os cabelos, mas não consegue descobrir como navegar pelo site. Frustrado, você volta para a busca.

Clica no quinto link e suspira aliviado. Finalmente um site que carrega rápido, não tem música e você consegue navegar facilmente. Hum, mas as fotos são fraquinhas, né? Ok, hora de partir para o sexto link. Site legal, fotos bonitas, você gostou e quer entrar em contato. Mas, cadê o contato? Oi, alô, cadê o contato? Não tem contato, quem fez o site se esqueceu de colocar as informações de contato. Acredite se quiser, é um erro bem comum. E lá vai você de novo para a busca.

Clica no sétimo link, já meio desanimado. Felizmente o site carrega de imediato. Você compreende como navegar pelas fotos em um piscar de olhos. Observa várias e adora o trabalho. Não tem mais o que pensar, corre para o formulário de contato e envia a mensagem. Finalmente, depois de tanto tempo procurando, encontrou um fotógrafo que parece promissor. Mas, foi tanto tempo assim?

Um minuto e treze seguntos para ser mais exado. Sim, tudo o que foi relatado acima durou em torno de um minuto. É uma nova geração, lembra? As coisas são rápidas. Tá percebendo o problema?

Seu concorrente a um clique de distância

Seu site é suficientemente bom para ser achado no Google. Só que na listinha de resultados, seu concorrente está a apenas a um clique de distância. Sabe qual a dificuldade de comparar você com seus concorrentes? Nenhuma. É a coisa mais fácil do mundo. Basta clicar nos demais links da busca.

Se seu site é lento, a pessoa clica no link dele, mas volta para a busca antes mesmo de o site ser carregado. Chama-se Lei do Menor Esforço. Ninguém tem paciência de esperar, nem você. Pior ainda se estiver no telefone, usando o 3G. Porque vai demorar ainda mais e aí mesmo é que a pessoa parte para outra.

E quais as chances de o acesso ser feito através de um telefone? Imensas e cresce rapidamente a cada dia. Em 2013, um de cada quatro acessos vem de um telefone ou tablet. Em 2014 mais da metade dos acessos virão de dispositivos móveis. Então, se seu site não funcionar nos dispositivos móveis, ele não terá sentido e suas vendas vão cair.

Digamos que seu site não é lento e a pessoa logo consegue chegar nele. Mas, tem que ser astrofísico para advinhar como navegar por ele. A pessoa quica de volta para a busca do Google em um piscar de olhos.

Não tem porque perder tempo com um site confuso, quando tem outro link, de seu concorrente, esperando por ele. De novo, Lei do Menor Esforço. Ninguém vai se esforçar para ver seu site só porque você se acha o melhor fotógrafo do mundo. As pessoas sempre, sempre, vão optar pelo menor esforço.

Para piorar, imagine que o site do seu concorrente seja bom. Um site bom se destaca isoladamente. Porém, se destaca ainda mais quando comparado com sites ruins.

Se o site do concorrente é bom e o seu é ruim, o site do concorrente vai parecer maravilhoso aos olhos de quem teve a oportunidade de ver ambos. Você queima seu filme enquanto ajuda a promover seu concorrente. É o efeito da comparação. Se você é o ruim, aquele que é bom fica ainda melhor.

Mas, se você quiser realmente queimar seu filme, faça um site em Flash e coloque música nele. E você pode ter certeza que suas vendas vão sofrer. Duvida? Entenda porque um site em Flash prejudica suas vendas. E veja também porque você não deve colocar música em seu site.

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A Equipe do Be on The Net é altamente competente, extremamente profissional e atenciosa nas nossas soluções. Estamos satisfeitíssimos com os resultados obtidos, por ter um site dinâmico, de fácil navegação e que pode ser visualizado facilmente em qualquer meio eletrônico e celulares. Constantemente nossos clientes nos falam da leveza que o site transmite. Nós dos Anjos da Foto agradecemos e super indicamos a equipe do Be on The Net. Sem contar a relação custo/benefício que é excelente. Valeu mesmo!!

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